A obra lhes apresentou uma nova maneira de desenhar e resolver problemas com base no que se enxerga de fato e não no que se pensa que enxerga.
Nesta continuação de seus estudos, Edwards ilumina outra peça do quebra-cabeça da criatividade,
revelando o papel que o olho dominante desempenha na forma como o ambiente ao redor é percebido, criado e interpretado. A pesquisa mostra que, da mesma maneira que uma pessoa é destra ou canhota, ela possui um olho dominante que corresponde ao lado prevalecente do cérebro – verbal ou perceptivo.
Depois de aprender a diferença e tentar os exercícios de desenho,
o leitor obterá novos insights sobre como percebe, pensa e cria..